quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Muse - Origin Of Symmetry (2001)


Trancklisting:
1- New Born
2- Bliss*
3- Space Dementia*
4- Hyper Music
5- Plug In Baby
6- Citizen Erased*
7- Micro Cuts*
8- Screenager
9- Dark Shines
10- Feeling Good
11- Megalomania*
NOTA: 5,0/5,0
*Destaques

No Ano de 2001, o Muse se Renovou, e em Origin Of Symmetry, já não soavam tão rebeldes e descuidados, mas sim amadurecidos. Este álbum é considerado por muitos fãs como o melhor, tendo uma rixa entre os que preferem esse, os que  preferem o Absolution, e também os que preferem todos, e acham os outros dois grupos um bando de posers não apreciadores de verdade do Muse. (Eu me enquadro melhor no terceiro grupo rs) digo-me de passagem.
Desse álbum sairam algumas das músicas mais amadas pelos fãs, como New Born, Plug in Baby e Citizen Erased. Matt Bellamy afirma ter se inspirado bastante em Jimi Hendrix e Tom Morello para criar as guitarras desse álbum, o que já é visto na primeira faixa. Vemos também um Chris Wostenholme com linhas de baixo mais e cheias de efeito, sem falar nas baterias de Dominic Howard, agora mais pesadas e brutais. Esses três elementos podem ser vistos em músicas como Bliss e Hyper Music. Space Dementia é outra música em que vemos o gênio clássico da banda misturado com o Rock Progressivo e Pesado que eles dominam perfeitamente. Plug In Baby dispensa comentários em todos os Aspectos, e não é à toa que o riff da introdução dessa música está na lista dos melhores riffs de guitarra de todos os tempos, segundo a NME. Citizen Erased tem um pouco mais de 7 minutos, e é uma das supremas obras primas da banda. Sua letra é bastante sugestiva, e se perde em meio a sons muito bem elaborados e executados. Micro Cuts é uma música em que eu, particularmente, não sei pra onde prestar atenção enquanto fico escutando: se é nos apreggios e riffs bem criados de guitarra, no baixo virtuoso e pesado, na bateria crescente, mas marcante, ou se no elemento principal, os falsetes de Matt, que faz com que muitos pensem que o Sol alcançado por ele no final da música seja a sua nota mais alta, porem foi superada pelo Sol Sustenido no final da música Showbiz, mas que enfim, deixa muitos de boca aberta. Screenager também possui um grande espaço para a voz de Matt mostrar seu potencial. Dark Shines tem um riff bem criativo na introdução, e mostra a banda numa perfeita sintonia. Feeling Good é uma regravação de um clássico da Broadway, composta por Leslie Bricusse e Anthony Newley, tendo a versão do Muse sido eleita a melhor, das mais de 40 versões. Quer mais? Escute a música :D. O álbum termina com a música que contem minha letra favorita da banda, Megalomania. Para os mais curiosos, Megalomania é um disturbio psicológico em que a pessoa tem ilusões de riqueza, poder de influência, ou até onipotência, e desenvolve um complexo de superioridade, criando sempre comparações sobre si ou outras pessoas ou coisas.
Esse álbum é uma obra que eu vou sempre carregar comigo, assim como todos os álbuns do Muse, que são superiores a qualquer outro álbum, em meu ver, e olha que eu não sou Megalomaníaco.

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