Tracklisting:
1- Marching Bands Of Manhattan*
2- Soul Meets Body*
3- Summer Skin
4- Different Names For The Same Thing
5- I Will Follow You Into The Dark*
6- Your Heart Is an Empty Room
7- Someday You Will Be Loved*
8- Crooked Teeth
9- Brothers On a Hotel Bed
10- What Sarah Said*
11- Stable Song
NOTA: 4,3/5,0
*Destaques
Num universo musical mais acessível graças a Internet e a mídia, a música mundial ficou dividida: Os astros comerciais, que ganhavam e ainda ganham toneladas de dinheiro a cada piscada de olho, e os Indies, que tinham o cuidado de fazer todas as músicas soarem bem para si mesmos, antes de pensar no público. As Gravadoras indies precisavam cada vez mais de bandas para se manter, e sortudos foram os caras que descubriram o Death Cab For Cutie. Fãs de The Cure, Radiohead e The Smiths, os quatro rapazes do frio e sombrio estado de Washington (hoje em dia ridicularizado, graças à uma certa série de livros) tocavam um som honesto, pessoal e triste em seus primeiros albuns, porem Realmente chamou atenção com o Plans, de 2005. Não é meu álbum Favorito da Banda, mas achei justo começar às críticas deles por esse álbum, até agora o mais consagrado.
O álbum começa com um crescente Fantástico em Marching Bands Of Manhattan, que lembra bastante o Radiohead de 1997. Soul Meets Body, junto com Crooked Teeth e principalmente a acústica e emotiva I Will Follow You Into The Dark ajudaram bastante o grupo a ganhar toda a popularidade que os proporcionou até a oportunidade de fazer a música tema de uma das adaptações da mencionada série de livros para o cinema. O álbum soa sombrio e triste em músicas como Brothers on a Hotel Bed e What Sarah Said, mas não perde nunca o tom esperançoso, guiado pela bela voz do cantor, Ben Gibbard. Com elementos Experimentais em Summer Skin, Different Names for The Same Thing e Someday You Will Be Loved, o album pode parecer cansativo e monótono para muitos, porém, na minha opinião, quando prestamos mais atenção, conseguimos ver que de monótono, Plans não tem nada.
Um verdadeiro contraste entre Pessimismo e Esperança, Plans funciona por não perder sua honestidade em nenhuma música, e utilizando-se bem de efeitos sonoros que fazem essa qualidade permanecer. A grande falha do álbum é o grande número de músicas que soa muito parecido, sem nenhum grande clímax nesssas, e que, por mais que todas sejam boas, faz com que muitos se prendam a escutar apenas 4 ou 5 músicas. Mas isso pode ser visto como uma qualidade também, pois mostra que eles não se interessam se todos gostam, mas sim se eles gostam do som.
Um verdadeiro contraste entre Pessimismo e Esperança, Plans funciona por não perder sua honestidade em nenhuma música, e utilizando-se bem de efeitos sonoros que fazem essa qualidade permanecer. A grande falha do álbum é o grande número de músicas que soa muito parecido, sem nenhum grande clímax nesssas, e que, por mais que todas sejam boas, faz com que muitos se prendam a escutar apenas 4 ou 5 músicas. Mas isso pode ser visto como uma qualidade também, pois mostra que eles não se interessam se todos gostam, mas sim se eles gostam do som.

Nenhum comentário:
Postar um comentário