quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Death Cab For Cutie - Plans (2005)


Tracklisting:
1- Marching Bands Of Manhattan*
2- Soul Meets Body*
3- Summer Skin
4- Different Names For The Same Thing
5- I Will Follow You Into The Dark*
6- Your Heart Is an Empty Room
7- Someday You Will Be Loved*
8- Crooked Teeth
9- Brothers On a Hotel Bed
10- What Sarah Said*
11- Stable Song
NOTA: 4,3/5,0
*Destaques

Num universo musical mais acessível graças a Internet e a mídia, a música mundial ficou dividida: Os astros comerciais, que ganhavam e ainda ganham toneladas de dinheiro a cada piscada de olho, e os Indies, que tinham o cuidado de fazer todas as músicas soarem bem para si mesmos, antes de pensar no público. As Gravadoras indies precisavam cada vez mais de bandas para se manter, e sortudos foram os caras que descubriram o Death Cab For Cutie. Fãs de The Cure, Radiohead e The Smiths, os quatro rapazes do frio e sombrio estado de Washington (hoje em dia ridicularizado, graças à uma certa série de livros) tocavam um som honesto, pessoal e triste em seus primeiros albuns, porem Realmente chamou atenção com o Plans, de 2005. Não é meu álbum Favorito da Banda, mas achei justo começar às críticas deles por esse álbum, até agora o mais consagrado.
O álbum começa com um crescente Fantástico em Marching Bands Of Manhattan, que lembra bastante o Radiohead de 1997. Soul Meets Body, junto com Crooked Teeth e principalmente a acústica e emotiva I Will Follow You Into The Dark ajudaram bastante o grupo a ganhar toda a popularidade que os proporcionou até a oportunidade de fazer a música tema de uma das adaptações da mencionada série de livros para o cinema. O álbum soa sombrio e triste em músicas como Brothers on a Hotel Bed e What Sarah Said, mas não perde nunca o tom esperançoso, guiado pela bela voz do cantor, Ben Gibbard. Com elementos Experimentais em Summer Skin, Different Names for The Same Thing e Someday You Will Be Loved, o album pode parecer cansativo e monótono para muitos, porém, na minha opinião, quando prestamos mais atenção, conseguimos ver que de monótono, Plans não tem nada.
Um verdadeiro contraste entre Pessimismo e Esperança, Plans funciona por não perder sua honestidade em nenhuma música, e utilizando-se bem de efeitos sonoros que fazem essa qualidade permanecer. A grande falha do álbum é o grande número de músicas que soa muito parecido, sem nenhum grande clímax nesssas, e que, por mais que todas sejam boas, faz com que muitos se prendam a escutar apenas 4 ou 5 músicas. Mas isso pode ser visto como uma qualidade também, pois mostra que eles não se interessam se todos gostam, mas sim se eles gostam do som.

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