quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Anberlin - Never Take Friendship Personal (2005)


Tracklisting:
1- Never Take Friendship Personal
2- Paperthin Hymn*
3- Stationary Stationery
4- (the symphony of) Blasé*
5- A Day Late*
6- The Runaways
7- Time & Confusion
8- The Feel Good Drag
9- Audrey, Start The Revolution!*
10- A Heavy Hearted Work Of Staggering Genius
11- Dance, Dance, Christa Päffgen*
NOTA: 4,3/5,0
*Destaques

Eu me considero um cara sortudo. Sem querer me passar nem nada, mas eu tenho sorte. Sorte essa que me proporcionou ida pra shows de bandas internacionais que eu, particularmente, gosto bastante. The Offspring, Millencolin, The Fray, Marky Ramone e Chuck Berry são alguns dos nomes, e esses caras ai, do Anberlin foram outros que tiveram minha ilustre presença num show deles (depois eu posto a crítica do show). Never Take Friendship Personal não é meu álbum favorito deles, tampouco é o mais consagrado, mas resolvi iniciar as críticas do Anberlin por esse álbum, somente pelo motivo de que eu comprei-o no stand de merchandising oficial dos caras la no show, então ele tem um valor significativo pra mim :D.
O álbum não nega em canção nenhuma o Rock Alternativo que os caras afirmam fazer: Todas as músicas dão vontade de sair pulando por ai, cantando as letras (até mesmo a lenta e bela quarta faixa). O álbum já começa com uma explosão iminente: início por riffs de guitarra distorcida até a entrada da segunda guitarra, o baixo e a bateria, que estão lá com o único objetivo de quebrar tudo. Paperthin Hymn continua nesse estilo, só que num nível mais alto, e com uma bela oportunidade para o cantor Stephen Christian mostrar a capacidade de sua voz, acompanhado por riffs e mais riffs de guitarra. A Letra de Paperthin Hymn gera  uma bela reflexão, de que nenhum dia deve ser levado em vão, já que cada um é único e propõe oportunidades únicas. Stationary Stationery é mais pop que as outras desse álbum, mas ainda assim é bastante empolgante, mostrando a honestidade por trás do som dos caras. (the symphony of) Blasé é uma faixa lenta, que mistura efeitos inusitados de um teclado marcante, acompanhado por duas guitarras cruzando riffs bastante experimentais, mas que se completam, formando uma música esperançosa, mesmo que a letra pareça triste: contando a história de uma despedida. A Day Late é um grande hino da banda, e move multidões la nos EUA, mas como estamos no Brasil, ela só move Multidinhas, mesmo que leve todos à loucura. The Runaways e Time & Confusion são bem subestimadas, e poucos são os fãs que lembram delas, que são faixas de bastante qualidade musical. The Feel Good Drag virou o grande Hit da banda, mas não na época desse álbum, e sim quando foi relançada no álbum New Surrender, de 2008, quando ganhou um clipe e bombou na internet. Começamos então o que eu gosto de chamar de Trilogia Never Take Friendship Personal: as três últimas faixas são completamente diferentes, porém se interligam bastante (pelo menos na minha cabeça rs). Uma canção pesada e de refrão grudento, um pequeno interlúdio e a canção mais complexa do álbum, que como todas as músicas finalizadoras de álbum do Anberlin, é a mais bem trabalhada e possui um nível musical bastante superior às outras, mostrando que eles não são feitos apenas de Guitarras distorcidas e rasgadas (não me levem a mal, pois eu também adoro músicas nesse estilo :D).
Anberlin é uma banda de Rock Alternativo que já começou sua propagação mundial. Daqui a alguns anos, com certeza (e um pouquinho de esperança), eles voltarão para cá como grandes ícones da música, e eu sempre poderei me gabar por ter ido pra um show deles quando eles não passavam de zés-ninguéns por aqui. Conclusão: Eu tenho muita sorte mesmo :D

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