Track Listing:
1- Bridge Burning*
2- Rope*
3- Dear Rosemary*
4- White Limo
5- Arlandria*
6- Thesee Days
7- Back & Forth*
8- A Matter of Time
9- Miss The Misery*
10- I Should Have Known
11- Walk
NOTA: 5,0/5,0
Que Dave Grohl é um ícone do rock mundial não é nenhuma novidade, pois foi baterista de uma das bandas mais aclamadas da história da música, e formou uma banda que tem ganho cada vez mais espaço entre os fãs do estilo durante os últimos 15 anos, agora que essa banda um dia chegaria a se equiparar a sua banda antiga era algo inesperado. O Foo Fighters vinha fazendo trabalhos incríveis, e mostrando todo o peso que eles gostam, porem Wasting Light é o primeiro álbum da banda a realmente firmar a imagem de Grohl não apenas como o baterista do Nirvana, mas sim como o líder desses caras.
Vemos uma estravaganza Rock & Roll desde o primeiro verso de Bridge Burning, que por um acaso é a melhor música do álbum e tende a permanecer nos setlists da banda por bastante tempo. Temos uma viagem por várias sonoridades a partir daí, com riffs a lá Led Zeppelin e canções mais lentas e egrudenetas, mas que mesmo assim mantem o peso do álbum, sem comprometer por nenhum segundo o balançar da cabeça que todas as músicas causam.
Dave citou em entrevistas que estava fazendo as músicas desse álbum soarem um pouco como as músicas do Bee Gees, com aquela sensação de quando você acha que a música já está no refrão, vem uma parte mais pesada ainda e muda tudo. Esse artifício poderia ter aumentado as chances de o álbum sair errado, mas é mais um ponto alto, fazendo cada canção soar única, criando também uma sensação ao mesmo tempo linear e não-linear incomum aos álbuns que estamos acostumados a ouvir. Canções como Dear Rosemary e Arlandria mostram isso muito bem. Músicas totalmente diferentes do estilo da banda apareceme aqui, como White Limo, que teme um peso incomum até para os caras, e com um overdrive bastante sujo na voz de Dave.
Entre faixas grudentas e sujas, Wasting Light é a obra prima do Foo Fighters, e mostra um crescimento exponencial da banda, mesmo tendo sido gravado em uma garagem (SIM, UMA GARAGEM!), e prova que não é preciso uma super-produção, com uma grande gravadora para se fazer algo bom. É rock de raiz que vemos aqui, feito por caras que realmente enteendem do assunto. Quem sabe isso vire moda, e as bandas resolvam fazer seeus álbuns em garagens, com sons sujos e tudo... Seria legal, mas como não podemos garantir nada, fiquemos aqui na base do Headbang ao som de Wasting Light no volume máximo. \o/

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